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Biólogo de São Paulo, SP trabalhando com a evolução e desenvolvimento de invertebrados marinhos.

“Eles iam virar meu carro”

Filho do assassino:

— Não foram eles (os ciclistas) que começaram (a discutir), meu pai foi um pouquinho antes. Só que aí começaram a bater a fu no carro. Aí, depois que se entenderam, três caras ficaram na frente do carro trancando só ele, só ele.

Ex-mulher do assassino:

— Tudo começou com ciclistas que até aparecem nas imagens. Eles quebraram os vidros, bateram no carro. Ele buzinou e saiu, só porque tinha uma criança, meu filho de 15 anos, junto. Não botou por cima, senão tinha matado todo mundo. Ele fugiu das agressões — afirmou ela.

Aham. Começaram a depredar o carro, quebraram os vidros. Aí depois se entenderam (?). Logo depois que se entenderam, ele não acreditou que tinham 3 caras na frente dele, SÓ DELE. Depois de se entender ele buzinou e saiu, coisa mais lógica a se fazer. Pessoas de costas não podem se defender. MAS VEJA ele NÃO BOTOU POR CIMA (?!) ele optou por NÃO BOTAR POR CIMA, ele optou por NÃO MATAR TODO MUNDO, ele se DEFENDEU acelerando no meio de uma massa de ciclistas com crianças e idosos.

[parágrafo acima possui elementos irônicos]

Via Zero Hora. Veja comentários de quem estava lá.

Segundo o advogado, ele não teria se apresentado ainda devido ao seu estado emocional:
— Eu estava fora e fui até a Capital para conversar com ele, que ainda está abalado com o que aconteceu. Ele vai colaborar com a investigação.

Estado emocional? O estado COVARDE?

Em tempo, 2 bons textos contextualizando o ocorrido:

Não foi acidente
por Thiago Benicchio

O monstrorista de Porto Alegre
por Renata Falzoni

Indignante.