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Bacharel em Biologia pela USP. Professor.

Review – Lucid

Seis meses depois, venho com meu review do Lucid Lynx, a versão 10.04 do Ubuntu.

Para os que ainda não conhecem, Ubuntu é uma distribuição Linux feita para ser bastante amigável ao usuário, tentando diminuir ao máximo o uso das temidas de comando.

A nova versão é uma L.T.S. (Long Term Support), o que significa que terá suporte de atualização de drivers e segurança até março de 2013.

Minha Experiência com o Lucid

Já vinha, há algum tempo, procurando alternativas ao Windows. Meu notebook foi comprado em 2007 e já não é mais o “state-of-the-art” em tecnologia. O sistema da Microsoft, mesmo o 7, já é muito pesado e precisa de uma série de programas rodando em paralelo (como um bom anti-vírus) para funcionar adequadamente.

Eu já havia tentado migrar para o Ubuntu na versão anterior, a Karmic, mas tive alguns problemas já relatados neste post.

Decidi dar mais uma chance ao Linux ao ler notícias de que ele seria totalmente compatível com o iPod Touch, meu companheiro diário longe do PC.

Formatei o micro e instalei a primeira versão beta do Lucid há cerca de um mês e meio.

A experiência foi, desde então, bastante educativa. Como todo software em desenvolvimento, já esperava ter alguns contra-tempos, mas aprendi bastante com isso.

Entre os problemas que enfrentei, houve três falhas no sistema de arquivos que impediam a inicialização do sistema, instabilidades durante o uso, falhas durante a atualização etc.

Os problemas foram diminuindo com o passar do tempo. Era comum haver atualizações diárias e baixar mais de 100Mb de updates.

Após o beta 2, já era um sistema mais estável e desde o Release Candidate, não tive mais problemas.

O Lucid traz várias mudanças quanto ao Karmic, mas vale destacar o novo visual, suporte a iPods Touch/iPhones nativo, inicialização e desligamento mais rápidos e melhoras na Central de Programas.

Ainda estou na fase de aprendizado e adaptação ao novo sistema, mas já me sinto bastante confortável em utilizá-lo diariamente.

Instalei o Docky e Nautililus-elementary além de alguns outros programas e já consigo fazer (quase) tudo que fazia no Windows.

Ainda me faz falta o offline dos serviços do Google, que devem migrar para o padrão HTML5 em breve e a versão estável do Chrome.

Uma versão do Steam também já é comentada e, se vier, será muito bem vinda!

É isso. Recomendo a todos!

O Ubuntu (ainda) não é para mim

Depois de instalar, e reinstalar o Karmic Koala, devido à falta do Google Gears em 64Bit, posso dizer que tive uma experiência bastante satisfatória com a nova versão do Ubuntu. A configuração correu sem problemas. Após o primeiro boot, a única coisa que ainda não funcionava era o wifi do meu notebook. Pluguei o cabo de rede, cliquem em “Drivers restritos”, “Ativar”, “Reiniciar” e pronto!

Já estava tudo funcionando.

O Ubuntu vem com um conjunto bastante razoável de softwares, que permitem que você já saia fazendo quase tudo que precisa em seu computador. O suporte a mp3 e flash é facilmente instalável, mas devido à questões de licensiamento, não vêm pronta para usar, o que pode irritar alguns usuários. O OpenOffice é uma suite à altura da versão da Microsoft para a grande maioria das pessoas que, como eu, utilizam apenas o básico de Word, Excell e Powerpoint. O Firefox é o mesmo de sempre, excelente. E já contamos com um bom programa de mensagens instantâneas, o Empathy.

Ainda não foi desta vez, porém, que a turma do software livre me convenceu. A situação ainda precária do Google Gears, mesmo em 32Bit; a falta do iTunes para sincronizar com meu iPod touch (parece que estão tentando contornar esse problema http://marcansoft.com/blog/2009/10/iphone-syncing-on-linux/ ) e a versão bem mais estável e completa do Chrome, fizeram-me, pelo menos por enquanto, manter-me fiel ao Windows 7 64Bit.

Acredito que nas próximas versões isso possa mudar, mas recomendo fortemente que todos deixem a desconfiança de lado e façam um teste de pelo menos uma semana com o Koala Kármico. Ele pode surpreender muitos com sua facilidade de uso e instalação e a certeza que ninguém vai te prender por usar aquela cópia não-tão-legítima do Windows.

Shift

pelo endereço, até pensei que podia ter sido feito pelo nosso amigo ranzinza, mas não.
é um joguinho de plataforma viciante! para aqueles momentos em que estiverem esperando o gel, ou, sem vontade de escrever a tese ou dissertação.