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Show da banda Zorak!

Pessoal!

Agora, além do Aygan ( que anda parado) faço parte da Banda Zorak, que toca um metal na linha mais tradicional.

Nós vamos tocar no 10º aniversário do Moto Clube Águias TS. O evento será na Rua Alberto Giosa, 320 – Centro do Embu das Artes. O local é atrás do “Caipirão”, e a para entrar basta trazer 2 kg de alimentos não perecíveis. O show começará por volta das 17 horas.

No repertório clássicos do Iron Maiden, Metallica, Van Halen, Judas Priest, Journey, Dio, Savatage, Queensryche e músicas do próprias.

Pra quem quiser conhecer mais ( e ver fotos minhas com ausencia de tônus muscular) acesse: https://pt-br.facebook.com/zorakofficial?directed_target_id=0

Pra quem quiser ouvir o som da banda pode acessar: https://soundcloud.com/zorakband/sets

My drum heroes: Os 7 bateras do Dream Theater.

Como a discussão no buzz a respeito do reality show do Dream Theater teve uma grande repercussão, decidi fazer um post pra mostrar um pouco do trabalho dos caras e o porque eles foram os escolhidos para a audição.

Derek Roddy:
O cara é muito rápido e um batera mestre no “extreme drumming”, ou seja, o negócio dele é Trash, Death Metal, patu-patus e muitos blast beat. Você não sabe o que é blast beat? Só preste atenção para os momentos em que a bateria parecer um britadeira…aí você vai saber.

Thomas Lang:
Batera Austríaco que já tocou com Kelly Clarkson, Robbie Williams, Victoria Beckham, Glenn Hughes, entre outros. Note que no segundo vídeo, o desgraçado começa a pisar em algum pedal que não é possível ver, e uma caixa, próxima a algum dos surdos começa a se mover e a produzir som…pois está sendo tocada. Neste mesmo vídeo, a partir dos 3:08 minutos, ele começa a fazer pressões iradas com as baquetas.
Ele certamente é um cara com um maior repertório que o Derek Roddy.

Mike Mangini:
O cara é professor da Berklee College of Music, tocou com Extreme, Steve Vai e ganhou o prêmio de batera mais rápido do mundo. Precisa dizer mais? Dá uma olhada de uma participação divertida dele no Time Warp!

Neste vídeo, ele faz com uma mão só, coisas que eu não faria nem com quatro!

Aquiles Priester:

O cara é um monstro! Preciso, rápido e com um repertório impressionante de frases, viradas e levadas, gravou o que na minha opinião é o melhor disco do Angra…o Temple of Shadows!

Como não achei nada do Temple of Shadows, vai uma do Rebirth mesmo! A intro é demais!

Peter Wildoer:
O cara foi uma grata surpresa. Não conhecia seu trabalho até ouvir o Static Impulse, cd solo do James Labrie…o cara é impressionante!

Virgil Donati:

O cara brinca com tempos estranhos, polirritmias, deslocamentos de tempo e o cacete a quatro. Acho que de todos os que passaram por lá, ele é um dos mais insanos! Não era esperado que ele desse umas deslizadas, mas acontece!
No primeiro vídeo, é um ensaio dele e do baixista do Planet X. Assistam e me digam se não é doente. O legal é que tem as partes das músicas e as formulas de compasso! Creio que o DT ia ficar um pouco com essa cara, se ele entrasse!

No meio da música ele pira e faz umas coisas que eu nem tenho ideia do que seja…como ele aumenta e diminui o andamento da música, sei lá!

Marco Minnemman:

O cara é bom e extremamente carismático. Toca muito e é extremamente musical! No primeiro vídeo ele deixa a galera completamente perdida, demais! E a explicação do cara é muito legal e didática!

And now, something completely different!

Eu espero que com isso, tenha mostrado um pouco de outras facetas destes sete incríveis bateristas!

My Drum Heroes: Gavin Harrison

Depois de muito tempo de silêncio, resolvi finalmente escrever mais uma sessão homenageando meus bateristas favoritos.
Desta vez, vou falar sobre um cara que eu conheci faz tempo, mas só descobri mesmo, a pouco tempo.
Gavin Harrison escreveu um método de bateria chamado Rhytmic Illusions onde ele singelamente ensinava como fazer deslocamentos de tempo (resumidamente eram maneiras de “se deslocar do metronomo”, sem sair do andamento), ou como fazer com que diferentes levadas dessem uma cara completamente diferente para uma mesma melodia. Eu pirei no método, contudo ele era bem difícil.
Este ano, fui apresentado a uma banda chamada Porcupine Tree, banda a qual ele faz parte desde 2002, e vi do que este cara era capaz. Hoje em dia, além do Porcupine, ele toca também com o King Crimson.

Esse clipe é bizarro, lembra os clipes do Tool!
Porcupine Tree – Strip the Soul – In Absentia

Porcupine Tree – Time Flies – The Incident

Nesta música, ele faz um 4/4 NÃO parecer um 4/4!

Porcupine Tree – Bonnie the Cat – The Incident

Nesta aqui, ele faz uma música que NÃO está em 4/4 parecer um 4/4 (na verdade a música está em 7/4)!
Esta letra tem uma letra bem legal, sobre como atualmente, se faz música pra vender, sem se preocupar com a sua qualidade.

Porcupine Tree – The Sound of Muzak – In Absetntia – Tocada por Gavin Harrison no Festival da Moderna Drummer de 2008, apresentado por nada mais, nada menos que Simon Phillips!

Uma músiquinha feita inteiramente com pratos!!!!!

Neste vídeo ele alopra! Ele praticamente usa a música pra solar! Muito foda!

David Paich – Slippin’ Away!

Quem perder um tempinho pra ver estes vídeos, não vai se arrepender!