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Get Funky


Marginalizado pela mídia, o funk carioca é um dos mais populares fenômenos de massa do Rio de Janeiro. Neste vídeo, artistas, empresários, intelectuais e representantes dos Três Poderes discutem o olhar da sociedade sobre a música, a violência e tudo mais que faz do funk um intrigante e controvertido movimento cultural.

Para acompanhar o documentário recomendo o texto da Elizabeth Stark chamado

Free culture and the internet: a new semiotic democracy (pdf)

Texto em inglês (quem sabe com tradução em breve…!)

opendemocracy.net
Este artigo foi publicado originalmente na openDemocracy.net sob uma licença da Creative Commons. Para ver o original clique aqui.

Eu Faço Merda


Eu Faço Merda é um movimento para todos àqueles que estão de saco cheio de todas as merdas que acontecem por aqui. Trânsito, lixo, corrupção, descaso com o meio ambiente entre outros, fazem parte do manifesto contido neste site!

Você pode mandar seus flagrantes de pessoas fazendo merda ou deixar seu comentário numa pilha de cocô. Além disso, parece que os produtores do site vão fazer vídeos freqüentes a respeito (onde o material enviado talvez seja incluído). O primeiro vídeo da série traz o personagem Pierre Cocaux entrevistando um pessoal no aeroporto de Congonhas a respeito dos atrasos nos vôos!

O próximo vai tratar do trânsito…!

Vale a pena comentar que o site é muito bem feito em Flash, tanto o estilo como a funcionalidade!

Confiram http://www.eufacomerda.com.br/ e ajudem a criar a maior torre de cocô do mundo!

Roube Este Filme

Steal This Film é um documentário sobre o compartilhamento de arquivos pela internet e nossos obscuros conhecidos direitos autorais.

Ele foi feito pela The League of Noble Peers e tem a participação dos criadores do Pirate Bay (maior site para compartilhar arquivos via bit-torrent da internet), entre outros. Lá você encontra de tudo…! Incluindo filmes de Hollywood…

Justamente, a MPAA (Motion Picture Association of America) entrou em contato com a embaixada sueca para tomar as providências cabíveis, já que pela lei americana o site estava infringindo os direitos autorais das produtoras. Acontece que pelas leis suecas O Pirate Bay não está infringindo os direitos autorais, pelo que entendi, pois o compartilhamento de arquivos é permitido (aparentemente esta lei mudou em 2005, e agora é ilegal distribuir arquivos com direitos autorais na Suécia).

No filme, o direito de compartilhar (defendido veementemente pelos autores do filme) é contraposto com o ponto de vista das produtoras de que fazer um filme custa muita grana e que a pirataria mina o trabalho de todas as pessoas envolvidas na produção de um filme. Segue abaixo uma citação traduzida/interpretada do site e o filme (colocarei minha opinião nos comentários):

“Os poucos documentários feitos pelos representantes da “velha mídia” mostram que eles não entendem a internet e enxergam o compartilhamento P2P como uma ameaça. Eles não têm motivo para representar o movimento de compartilhar arquivos de forma positiva, nem têm capacidade para representá-lo de forma lúcida. Quisemos fazer um filme para explorar este imenso movimento popular de modo a nos animar, engajar e principalmente focar no que sabemos ser uma visão positiva e otimista sobre o futuro da criatividade.”