9 comentários em “Como criar uma pop star sexy?”

  1. não saiu e parece que não tem previsão pra sair, já que é uma distribuição semi-independente. Na verdade qualquer um pode promover sessões com o filme no seu local e ficar com parte dos lucros das vendas de dvds, e outros merchandisings… Mandei um email perguntando de legendas, mas ninguem nunca respondeu…

    Dá pra comprar o dvd, ou as versões digitais do filme, 4 dolares a com qualidade menor, e 10 dolares com qualidade original. O dvd sai pelo mesmo preco quase, só que com várias cenas extras e tal.

    Eu comprei a versão de 4 mangos, se quiser te passo! Apesar de centrado exclusivamente na música americana a proposta do filme é bem boa e as entrevistas são legais!

  2. A música é legal!
    Ok, ok… Antes que me massacrem, como consumidora de música popular tosca assumida, tenho que dizer que o documentário apresenta um ponto de vista bem interessante. E me senti meio…hum…otária depois de ver esse vídeo. Sou a maior presa fácil.
    Mas quem serão os que podemos enquadrar nessa categoria, dos que não compõe e cantam médio? Como separar o joio do trigo? Será que todo cantor deve também ser um bom letrista? E vejam bem quem fez esse documentário: as pessoas que deixam de vender milhões de cópias pq alguma adolescente gostosa canta a música de um quarentão. Estranho? Não. Cada um tem que vender o seu peixe. Isso não vai fazer eu gostar mais ou menos de “pop trash” se é isso que é a minha diversão. Mesmo sendo criticada pela massa “culta” que quer vender, na verdade, um outro tipo de cultura.

  3. É uma questão delicada. Apesar do filme explicitamente colocar a “cultura de massa” de um jeito negativo (música feita pra vender, “desprovida” da “verdadeira” “inspiração” de “um” “artista” “verdadeiro”), o gostar ou não de uma música é uma opinião totalmente pessoal.

    O que o filme está julgando não é o gosto musical e sim a manipulação da cultura musical feita pelas gravadoras e afins. Como todo monopólio a estratégia é controlar o mercado mantendo-o nas suas rédeas. Putz que legal, as grandes gravadoras estão restringindo as músicas e artistas que eu posso ouvir para que eu ouça as músicas que elas querem. É esse o papel de uma gravadora? Ou seria divulgar música e vender seu peixe de forma saudável?

    O adolescente que gosta de música tem que ouvir sempre os mesmos artistas na rádio, não pq eles são os únicos e melhores artistas que existem, mas sim pq tem alguém pagando muito dinheiro para que estes artistas continuem sendo tocados. Não existe alternativa, a cultura fica completamente sufocada e estática. E o que estas gravadoras fazem pelos artistas?

    Aqui está um texto imparcial explicando como funciona um contrato com uma grande gravadora

    http://lazer.hsw.com.br/contrato-de-gravacao2.htm

    Agora com a sofisticação dos meios digitais de produção musical pra quê promover artistas “de verdade” se posso criar um que seja do jeito que eu quiser?

    ps: o filme foi criado por 2 caras que não estão ligados a nenhum tipo de indústria fonográfica, a não ser como “fãs de música”

  4. Ainda não estou convencida da imparcialidade desse documentário, de que ele está aí somente por uma boa causa.
    De qualquer modo, as gravadoras funcionam como empresas que focam, como a maioria das empresas, o lucro e não a qualidade de seu produto, seja lá o que for que você entender por qualidade. Desse modo (não estou dizendo que seja o politicamente correto) é normal que eles tentem divulgar e vender o que eles acharem interessante. E é por esse motivo que os fenomenos de venda de um ano, só continuam na mídia no ano seguinte se forem como a Britney, que sobrevive de escândalos e não de música.Poucos desses rostos bonitos construídos como artistas chegam ao terceiro disco. Não são verdadeiros.
    E por que os “artistas de verdade” querem o apoio dessas gravadoras que agem de uma maneira que eles tanto desprezam? Dinheiro, oras. Não é apenas pela música ou pela saúde de nossos ouvidos.Tá bom, não posso generalizar. Mas se todos os artistas não-enlatados resolvessem abandonar as grandes gravadoras (eu disse TODOS) e fundassem um selo independente, não seria necessário sair por aí criticando um outro tipo de música. Tipos esses que podem muito bem coexistir. Afinal, quantos músicos sobrevivem às custas desses artistas fakes?
    A culpa não é só dos fakes. É também da sociedade que compra sim o que é belo e o que é novo, sem ao menos saber julgar o que é o belo.
    Agora vou ler o texto que vc indicou.

  5. Essa discussão tá muito boa!!! Eu acho que são dois pontos de vista diferentes e mesmo assim não são totalmente discordantes! Esse tipo de música enlatada não é uma coisa atual. Já aconteceu e vai continuar acontecendo! Boys bands e garotas gostosas vem e vão. Mas na minha opinião a música de “verdade”, feita com sinceridade, vai continuar existindo e tendo seu espaço. Só que bem menor que a música “fabricada”, pois essa já vem com intuito de cativar o maior número de consumidores possíveis (e acho muito foda como existem produtores, compositores e etc que tem a manha fabricar hits!).
    Acho que a gente podia fazer uma sessão pra assistir o filme juntos (desculpa pra uma balada com a galera)!!!

  6. Bem, acho q mesmo p/ fabricar um hit, vc tem q ter uma certa manha…n é tão fácil produzir refrões “chicletes” e musicas “grudentas”. Tá certo q passar 30 vezes por dia ajuda, mas q esses produtores manjam de musica, sim, eles manjam. E geralmente não ouvem o q produzem!!!!

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