50 milhões de anos de evolução de uma proteína


O filme mostra a evolução da estrutura de uma proteína ao longo de 50 milhões de anos. Pelo que eu entendi ele usa seqüências de DNA de diversos organismos para reconstruir (extrapolar…) a história evolutiva da proteína específica. Os dados brutos do DNA foram transformados em informação 3D e renderizados numa animação. O som bizarro que ouvimos também foi gerado a partir das seqüências de DNA.

Mais uma bela (e psicodélica) mostra da fusão entre ciência e arte nos tempos modernos!

Para mais informações decifrem o texto abaixo ou entre aqui.

The film shows the evolution of a protein structure mapped into the FormGrow space traversing 20 nodes in an extrapolated phylogenetic tree covering about 50 million years (back and forth in time). The film shows a highly original representation of DNA on its journey from the human liver to the eye lens, initially backtracking towards their common ancestor and then moving forward to today’s time. The animated form interpolates between each node on the tree. DNA is used both to generate the forms and produce the soundtrack. The work is an extension of Latham and Todd’s ideas of the late 1980’s to the early 1990’s, where, this time, FormGrow is connected to modern genomics and proteomics. The film represents an attempt to cross the divide between scientific visualisation of DNA and aesthetically pleasing art.

[visto no bbgm]

Um comentário em “50 milhões de anos de evolução de uma proteína”

  1. muito bizarro… realmente um resultado psicodélico.
    O que me chama atenção é que essas representações sempre apresentam estruturas fractais. É impressão minha?

Os comentários estão fechados.