Karaokê

Sem fazer qualquer comentário narcisista, apresento abaixo só a reportagem.

24 horas de karaokê
Mais do que mero divertimento para animados paulistanos, essa mania de cantar é quase um ritual para a colônia japonesa na cidade.


Sábado à noite em São Paulo. Quem vê o japonês de sorriso contido, cabelos grisalhos e um copo de cerveja na mão, sentado sozinho no balcão da Choperia Liberdade, não pode supor estar diante do “Roberto Carlos do Karaokê”. Mas basta que ele pegue o microfone para cantar uma canção romântica, seja do repertório do “rei” ou da tradição nipônica, sempre de cor, para que tudo se explique. Paulo Mamoru Omine, 55 anos, é filho de imigrantes, funcionário público e canta há 17 anos. Metódico, como convém a um descendente da terra do Sol Nascente, ele chega cedo, para evitar a lotação e a fila de espera de até duas horas. Afinal, a casa é considerada uma das mais famosas do gênero, no Brasil. Lá, Paulo canta até 10 músicas por noite. E repete esse compromisso três vezes por semana. Ele garante que se tivesse soltado a voz quando pequeno seria menos tímido. “Meus colegas de escola não devem ter ouvido mais do que duas palavras minhas”, diverte-se. Depois da meia-noite, tudo muda. O pequeno palco é disputado por moderninhos sem olhos puxados e até famosos como Letícia Sabatella, Sabrina Sato, Léo Jaime e Supla já foram vistos por lá. Mas quem faz sucesso nessa hora é o biólogo Raphael Pigozzo, 25 anos, ao som de “I’m too sexy”, de Right Said Fred. Simpático e com pinta de galã, contagia o grupo de amigos e outros clientes que formam um bolo de gente à sua frente para cantar e dançar, pouco se importando com a afinação e o acompanhamento.

Fonte: Revista Época (semana do dia 17/06)

10 comentários em “Karaokê”

  1. Lendo a reportagem cheguei a conclusão de que o Foca é o Raphael Pigozzo, 25, simpático e com pinta de galã. Seria o Pigozzo, o foquinha?

  2. É estranho… porque a nega fala do Pigozzo, mas quem está em destaque na foto é o Foca…

    Não sei não! Acho que ela trocou um pouco as bolas

  3. Não, o Foca aparece na foto pq o volume dele é maior. Mesmo eu tendo minha sexy barriga, o Presuntinho ocupa a maior área da foto.
    Além disso, o fotógrafo e a repórter (gatinha por sinal) não são a mesma pessoa.

  4. E esqueci de comentar o detalhe da matéria:
    “pouco se importando com a afinação”

    Pigozzo, vc foi aloprado pela revista época, confundido com o Foca e ainda está se gabando!

  5. Porra, Pigozzo, os caras te confundiram com o Foca mesmo… nossa, que coisa mais triste para uma pessoa (ser confundido com o Foca é quase a mesma coisa que falarem que vc é tão legal quanto o Galvão Bueno ou o Faustão hauhauhauha).
    Mas tenho que concordar com a Carol: a comparação com o Mike Wazowski foi imbatível hauhauhauahauha

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