Pebolim

Nesse sábado li no guia do Estadão (a versão em papel, sem links) uma reportagem sobre Pebolim.
Foi nostálgico por me lembrar do início da faculdade: os gols de peta, de goleiro, os gols pitágoras, os gols madrugas e as fortes emoções proporcionadas pela expectativa de passar ou fazer passar por baixo da mesa, além da torcida, muitas vezes feminina e atraente.
Enfim, sinto saudades, mas ao mesmo estou mais exigente com o quesito mesa que dever possuir todos os jogadores, campo onde a bolina não fica travada em um canto e boa jogabilidade devido a boa lubrificação. Essas são exigências foram levantas pelo Estadão ao considerar locais com mesas de pepolas. Vamos em um?
Os que achei mais interessantes foram:
Bar do Pedrão (será que é o da Bio) – R: Itaùna, 749 – Vila Maria – ficha com 7 bolas 1 real.
Lords Fliperama – R: Coelho Lisboa, 315 – Tatuapé – 9 bolas por 70 centavos.
Dona Mathilde Snooker Bar – Av: Pompéia, 1415 – que é 15,90 por hora.

E por fim, para não ficar sem figuras, a alternativa… Comprar uma mesa, plano que tenho para quando morar solo ou com os bróders. Achei uma por R$ 660,00.

Muito semelhante a do CA da Bio, só que mais conservada.

6 comentários em “Pebolim”

  1. Cara. Aqui no trabalho agente joga todo dia. Já viciamos nisso e tb nos tornamos exigentes com o quesito mesa. A mesa aqui é meio precária mas dá pra se divertir.
    Mas me explica uma coisa. O que é gol pitágora, de peta e madruga????

  2. GOL PITAGÓRICO: usando toda a sabedoria do Teorema de Pitágoras, o zagueiro (geralmente) chuta a bola em diagonal, batendo na lateral, passando pelos jogadores do meio e entra no gol. Jogada um tanto quanto apelativa…

    GOL DE PETA (OU CHUPETINHA): quando o zagueiro ou goleiro (geralmente)chuta a bola e o atacante adversário, no puro reflexo, já faz a marcação no contra-chute, resultando em gol. Jogada clássica e quando bem realizada, pedia a comemoração provocativa “Chupa!”.
    Pode ser realizada com o atacante chutando e o zagueiro contra-chutando (pura arte). O Gepeto estava ficando especialista…

    GOL MADRUGA: em homenagem a uma ícone da Bio-USP, vulgo Madruga. Chute bem devagar, geralmente do zagueiro, passando por todos os jogadores, sem toca-los e resultando em gol.

    Acho que é isso, Gustavo.
    Bom divertimento!

  3. Aaaa, que saudade do bom e velho pebolas…

    Olha, não sou tão exigente assim. Algumas mesas novas são uma bosta, mesmo cumprindo com os quesitos mencionados pelo Pigozzo. Alguém se lembra de quando trocaram os jogadores amarelos e azuis por aqueles brancos e pretos (do curíntia!) que tinham o maior pezão e eram uma m*rda???
    O que importa é a diversão, seja numa mesa nova ou numa velha, com alguns defeitinhos contornáveis…
    Bom, gostaria de deixar claro que, “dar” uma peta é quando você bloqueia o chute, no reflexo. Logo, quem “toma” a peta, fica com cara de otário, já que tomou um gol sem quase ver…
    E eu estava ficando especialista em fazer esses bloqueios 😉

    Aaaa, saudades do pebolas…

  4. Saudade mesmo.
    Também vale lembrar que a dupla Sinhá +Gepreto era a mais cuzona e sem noção! Escroteação pouco era bobagem!

  5. Japa, você quer dizer: uma das melhores duplas (quiçá, a melhor) que passaram pelo pebolas da bio, certo?
    Ou vou ter que te lembrar daquela peta, de zagueiro a zagueiro??? hahahahaha

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