Aquecimento global: IPCC imparcial?

Após inúmeros posts e discussões fervorosas a respeito do aquecimento global (ver aquecimento, sustentabilidade em discussão, aquecimento cerebral, imagens, aquecimento global?, fraude e Al Gore) aqui vai mais lenha na fogueira e gás carbônico no ar…

Baseado no último relatório do IPCC o cientista político Petronio De Tilio Neto sugere que algumas propostas deste orgão têm interesses econômicos e favorecem os países desenvolvidos. Uma das propostas criticadas é o estabelecimento de um preço pela emissão de gás carbônico. Segue um excerto da reportagem:

“As nações devem somente mudar as matrizes energéticas, o que não vai contra o modelo liberal. O relatório não enfatiza, por exemplo, os benefícios de se usar menos o carro”, explica. E acrescenta: “Mais do que o incentivo a tecnologias não poluentes, o que está por trás é uma demanda do mercado por produtos limpos, verdes. Essa saída, por coincidência ou não, favorece os países mais desenvolvidos.”

Segundo o pesquisador, a fixação de um preço para o meio ambiente reforça a posição de que é o mercado – e não a mudança nos hábitos de consumo – que pode conseguir salvar o mundo.

Leia a reportagem completa.

[Fonte: Tatiane Leal no Ciência Hoje On-line 10/11/2008]

Um comentário em “Aquecimento global: IPCC imparcial?”

  1. ou entao o cara simplesmente nao acredita que haja uma mudanca grande nos hábitos das pessoas… ele sugere uma solućao que não precisa mudar o conforto da populacao.

    Quanto ao favorecimento dos países desenvolvidos… bem, eles são desenvolvidos, é lógico que eles vao se sair bem nessa. O desenvolvimento não é justamente se dar bem em qualquer área/situacao?

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